CEO biker cai do cavalo e quebra a empresa.
- 1 day ago
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por Ricardo Guimarães
A bicicleta obedece. O cavalo negocia.
Ele sente o ambiente, reage ao contexto, percebe tensão, medo, insegurança, confiança porque é um sistema vivo. Não funciona como máquina, como as empresas que fizeram sucesso no cenário estável e previsível de antigamente.
Líder hoje precisa sair da lógica mecânica do comando e controle para a lógica biológica da negociação.
Negociação com o mercado. Com a equipe. Consigo mesmo. Com a tecnologia. Com o clima. Com a velocidade das mudanças. Com os conflitos. E principalmente com o futuro.
Durante décadas, o mundo corporativo premiou o CEO biker. Disciplinado. Competitivo. Controlador. O mercado era uma estrada asfaltada: quem planejasse melhor, controlasse melhor e pedalasse mais forte chegava na frente.
Era o mundo das melhores práticas, do 5 years plan e do emprego-por-toda-vida-na-mesma-empresa.
Mas o mercado virou uma floresta cheia de vida, surpresas, ameaças e oportunidades.
Nesse caso, um cavalo performa melhor que a melhor bike TT contra relógio do mercado. (aprendi isso com a filha Shubi e o filho Peu, que são atletas de alta performance.)
Mais controle, mais processo, mais alinhamento, mais governança, mais comando não será suficiente para ganhar a confiança, a sensibilidade e a cumplicidade do cavalo.
Cavalo não é bicicleta. E empresa não funciona mais como relógio ou bicicleta! É um sistema vivo, como um cavalo.
Nós da Thymus adoramos bikes e cavalos. E achamos que a transição de empresa bike para empresa cavalo é uma evolução positiva e necessária, embora difícil de fazer.
Precisamos de CEOs que gostem de bike e saibam se divertir também com cavalos. Se for o seu caso, vamos conversar.




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