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DE the Journey TO the Destination PARA the journey IS the Destination

  • Aug 3
  • 3 min read

 por Ricardo Guimarães


The Journey is the Destination, é uma frase do foto jornalista ativista Dan Eldon.  Concordei muito com ele desde o primeiro momento que eu o ouvi nos anos 90 e nunca imaginei que eu iria usar essa ideia como fundamento para propor um sistema de planejamento estratégico para empresas nesse mundo de redes e IA. 


Mas aqui estou apresentando a você a Execução Estratégica, um processo que integra o curto e o longo prazo, num cenário futuro cada vez mais imprevisível e ágil.


A tese é bem intuitiva e está relacionada ao tempo com que um plano precisa ser atualizado para continuar pautando a gestão e a empresa com segurança.

Atualmente esse tempo é cada vez mais curto portanto o melhor plano ganha um novo requisito para merecer esse título: é aquele que mais rapidamente se atualiza.


A IA é solução e problema.

Solução porque proporciona agilidade na produção e acesso a informação e conhecimento.

Problema porque faz isso para todas as empresas e pior, aumenta exponencialmente a velocidade e a quantidade de ocorrências no cenário.


Por isso, além da tecnologia e do plano, a Execução Estratégica põe em cena a tecnologia mais sensível e ágil para capturar ocorrências e seus significados, processar providências no plano e na gestão e reagir à realidade em tempo ótimo: os humanos!

Mas não são humanos domesticados. São desdomesticados e treinados na ambidestria; capazes de ver, ao mesmo tempo, a estratégia do longo e o cenário do curto, o que permite ajustes na execução em tempo da empresa ser agente e não vítima das ocorrências não previstas. Por isso se chama Execução Estratégica. 

São pessoas qualificadas no processo da Execução Estratégica com a utilização de inteligência sistêmica, inteligência coletiva e inteligência adaptativa que foram atrofiadas pela cultura de gestão conservadora, hierárquicas e paternalistas que valorizava apenas a inteligência racional e a obediência.


No processo, essas pessoas se tornam aptas para leitura de cenário, visão crítica, identificar significado, gerenciar conflitos, fazer negociações cotidianas, propor providências e ajustes na gestão da operação e do plano propriamente dito. Por isso alguns clientes chamam de Plano WAZE.


O foresight- visão de futuro- importantíssima como norte para a gestão, não pode ser a projeção – forecast- de um passado que não se repetirá.


O forsight não despreza o passado e os estudos especializados; mas se apoia principalmente na visão crítica, na experiência e na imaginação de pessoas envolvidas no negócio. Essas pessoas têm potencial de critica e imaginação mas está atrofiado por falta de uso. Por isso, para que o foresight não seja um forecast wannabe foresight, o horizonte deve romper com qualquer possibilidade de projeção, como 10, 20 ou 30 anos.

Com foresight definido, as equipes são capazes de identificar grandes e poucos desafios, suas providencias e metas que serão inspiradores e norteadores das escolhas e decisões no plano estratégico convencional de 2, 3 ou 5 anos.


O objetivo da Execução Estratégica além da segurança do plano e sua execução, é a  formação de uma cultura viva de aprendizado e inovação que seja atraente e enriquecedora para todas as pessoas físicas e jurídicas.


Não estamos falando de um plano, mas de uma sistema que produz planos, pessoas e agilidade de atualização em tempos de IA e redes. 


Se quiser conhecer algumas experiências que temos tido nos últimos anos, teremos prazer em mostrar. Enquanto isso, pense se Dan Eldon não tinha razão quando disse que o futuro é um destino que nunca chega!

 
 
 

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